Quantas hashtags usar em 2026
Desde dezembro de 2025, o Instagram conta até 5 hashtags em cada publicação e Reel; as restantes são ignoradas. O TikTok não tem número fixo, mas 3 a 5 relevantes funcionam melhor do que uma lista longa. O YouTube mostra as 3 primeiras por cima do título e ignora todas as hashtags de um vídeo que tenha mais de 15. O LinkedIn sugere 3 a 5, o X uma ou duas e o Threads aceita um único tópico.
Com tão poucas, cada uma tem de merecer o lugar: uma hashtag diz à app de que fala a publicação e a quem a pode mostrar.
Mistura específicas, gerais e locais
Um bom conjunto tem camadas. As hashtags específicas (#bolosdeaniversario) têm menos publicações, por isso a tua fica visível mais tempo. Uma geral (#pastelaria) diz à app o assunto mais amplo. Uma local (#restauranteslisboa) chega a quem pode mesmo aparecer.
É essa a mistura que o gerador sugere: cerca de metade das tuas palavras, uma da tua zona e o resto do teu nicho.
Hashtags a evitar
Hashtags como #follow4follow e #like4like fazem a publicação parecer que anda atrás de números, e quem as usa raramente se torna seguidor a sério. Hashtags muito gerais como #love, #instagood ou #fyp estão tão cheias que a publicação desaparece em segundos. E o mesmo conjunto em todas as publicações não diz nada de novo à app: muda-as com o assunto.
Onde as pôr
No Instagram, uma hashtag conta o mesmo na legenda ou no primeiro comentário; a maioria põe-nas no fim da legenda. No YouTube, junta-as à descrição (ou ao título, nos Shorts). No LinkedIn e no X, meter uma ou duas dentro da frase lê-se melhor do que um bloco no fim.
As hashtags não são tudo
Hoje as apps leem o texto, as legendas e a própria imagem para decidir a quem mostram uma publicação. As hashtags ajudam, mas uma legenda clara, com as palavras que as pessoas pesquisam — e um perfil que lhes diz o que fazer a seguir — conta mais.



