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Link na bio para advogados e consultores

Quem tem um problema jurídico anda normalmente há semanas a adiar o telefonema. O que o trava é não saber quanto custa nem sequer se o caso dele é dos que aceita. Este modelo responde às duas coisas na página e dá-lhe forma de escrever o caso em vez de ter de o explicar em voz alta.

  • Primeira conversa
  • Áreas de prática
  • Honorários
  • Formulário confidencial

É a página verdadeira, com conteúdo de exemplo que substituis em poucos minutos.

Usar este modelo

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O que está na página, e porquê

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    Marcar uma primeira conversa

    Um botão de marcação com a duração e o formato numa linha: trinta minutos, por videochamada ou no escritório. Escolher uma vaga é mais fácil do que telefonar para um escritório de advogados, sobretudo para quem tem vergonha da situação em que está.

  2. 2

    Como funciona a primeira conversa

    Um link que explica o que trazer, quanto custa e o que acontece a seguir. É a coisa mais tranquilizadora numa página de advogado, porque o medo não é a reunião — é não saber se o contador já está a andar.

  3. 3

    Áreas de prática

    Três quadrados em linha — família, trabalho, arrendamento. Existem para o visitante reconhecer ali o problema dele, que é como decide que está no sítio certo. Se não aceita um tipo de caso, é mais gentil dizê-lo do que deixar alguém chegar com esperança.

  4. 4

    Honorários

    A primeira conversa, o valor à hora e um preço fechado para trabalho de documentos, com o que é faturado e de quanto em quanto tempo envia conta-corrente. Quase ninguém sabe quanto custa um advogado e quase toda a gente assume que é mais. Dizê-lo com clareza é uma vantagem e, na maior parte dos sítios, perfeitamente compatível com as regras deontológicas.

  5. 5

    Contar o meu caso

    Um formulário com nome, email, telemóvel, o assunto em opções e um campo longo para o que aconteceu. Escreve a frase da confidencialidade por cima, não nas letras pequenas: é ela que faz alguém escrever o parágrafo que anda a evitar. Desliga a subscrição da newsletter neste formulário.

  6. 6

    FAQ, telefone e escritório

    As cinco perguntas que vêm primeiro — custo, se a consulta é grátis, apoio judiciário, prazos, confidencialidade — e depois um botão de chamada e o escritório no mapa, com o andar, o elevador e o estacionamento. Os clientes mais velhos ainda telefonam; os mais novos ainda querem ver onde iriam.

A ordem que faz a pessoa ligar

A marcação primeiro, porque quem chegou a esta página já decidiu que precisa de ajuda. O que envolve a primeira conversa a seguir, porque tira o medo da fatura. Depois as áreas, para a pessoa se reconhecer, e os honorários, que afinal eram a pergunta de todos. O formulário é para quem prefere escrever a falar, e o FAQ e o escritório fecham as dúvidas que sobram.

  1. Primeira conversa
  2. Como funciona
  3. Áreas de prática
  4. Honorários
  5. O meu caso, FAQ, escritório

As regras da tua Ordem, o Calendly e manter os casos fora do chat

As regras de publicidade para advogados mudam de país para país e de Ordem para Ordem, e costumam limitar comparações, garantias de resultado e, nalguns sítios, testemunhos de clientes. É por isso que este modelo não tem bloco de testemunhos: constrói a confiança com o FAQ e a lista de honorários. Confirma o teu código deontológico antes de acrescentar outra coisa, e inclui a cédula profissional se as tuas regras a exigirem em comunicações públicas. Aponta o botão de marcação para o Calendly, o Cal.com ou o sistema do escritório, e mantém o detalhe dos casos fora do WhatsApp — o formulário existe para que o que a pessoa escreve fique num sítio só, com registo de quando chegou. Se aceitas clientes em mais do que um país, diz em que jurisdições estás inscrita; poupa o contacto que não podes aceitar.

O que escrever na bio de um advogado

Título, áreas e cidade: "Advogada. Família, trabalho e arrendamento. Porto." Uma lista concreta traz menos contactos e melhores, e numa página tão curta os generalistas perdem para os especialistas.

Acrescenta uma linha humana sobre a forma como trabalhas — "uma primeira conversa de 30 minutos, e digo com clareza quando não posso ajudar". Os clientes escolhem entre três advogados que parecem todos competentes, e telefonam ao que parece mais direto.

Conteúdo que traz os clientes certos

As publicações que explicam uma situação comum — o que fazer quando o senhorio não devolve a caução, o que é mesmo um período de aviso prévio — chegam exatamente a quem vai precisar de um advogado este mês. Acaba-as a apontar para o formulário e não para um número de telefone.

Põe o link da página no perfil do Google Business, na assinatura de email e no cartão. A maior parte do trabalho jurídico continua a chegar por recomendação, e quem recebeu o teu nome vai procurar-te antes de escrever.

O que evitar

Prometer resultados. "Ganhamos sempre" não se pode garantir, é arriscado do ponto de vista deontológico e, para quem já passou por um processo, não é credível. Promete clareza e um prazo realista.

Dar consultas nos comentários ou nas mensagens. Acrescenta uma linha a dizer que a página não é aconselhamento jurídico e que a relação só começa quando aceitas o caso — e guarda o detalhe para o formulário e para a consulta, que é onde ele pertence.

FAQ

Perguntas

Os contactos enviados pelo formulário são confidenciais?

Chegam por email à conta a que a página pertence e ficam no teu painel, que só a tua conta abre. Diz na página quem os lê e limita a conta a quem deve lá estar.

Devo publicar os honorários?

Na maioria das jurisdições podes, e os clientes põem isso no topo do que querem ver. Se o teu trabalho é muito variável, publica a primeira consulta e o valor à hora, e diz o que faz variar um preço fechado.

Posso usar testemunhos de clientes?

Depende das regras da tua Ordem, e em vários países é limitado. O modelo deixa-os de fora de propósito; o FAQ e a lista de honorários fazem o mesmo trabalho sem o risco.

Serve para uma sociedade com vários advogados?

Serve. Dá a cada advogado um botão de marcação ou uma página própria, e mantém as áreas e os honorários na página comum.

Posso usar o meu domínio?

Podes, nos planos pagos — e compensa numa página profissional que vai parar a um cartão e a uma assinatura de email.

Isto substitui o site do escritório?

Para quem trabalha sozinho, muitas vezes substitui. Para uma sociedade que publica artigos, funciona melhor como porta de entrada: aquilo que se liga do Instagram, do LinkedIn e da assinatura.

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